Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

2010-07-02

3G toma lugar do Wi-Fi na Campus Party

Campus Party: os cabos dominam o cenário

Um dos grandes baratos da segunda versão da Campus Party, em São Paulo, é ver de perto o encontro de diferentes tribos, dividindo não só o mesmo espaço físico como a mesma conexão de internet. Estudantes, veteranos da área de TI, blogueiros, empreendedores (e, que bom, investidores também!), os adeptos do Python e a turma do software livre circulam e trocam idéias pelo amplo espaço do Centro de Exposições Imigrantes.

Mas falta um convidado ilustre por lá: uma conexão Wi-Fi para aproveitar a banda livre, sem fios. A galera que anda pelo Campus Party com notebooks e smartphones faz a maior ginástica procurando uma rede sem fio aberta. E nada de sinal.

As antenas até captam algumas redes, principalmente dos patrocinadores, mas com acesso fechado. O jeito é apelar para o velho cabo, que dominou o cenário. Ou então para o modem 3G, como fazem alguns dos visitantes mais prevenidos.



A gripe suína pode causar uma pane nas redes?

Enquanto os casos de gripe suína não param de aumentar pelo mundo afora, surge uma nova discussão na área de tecnologia. Com tanta gente de quarentena em casa, será que as redes vão dar conta da demanda extra?

Não são apenas os pacientes realmente contaminados que vão inflacionando os acessos de casa. Quem fica na suspeita de gripe suína (e tem muita gente com uma gripe comum que acaba entrando na paranoia) também é orientado a esperar o resultado em casa. Muitos deles continuam trabalhando remotamente.

O site da inglesa BBC traz hoje uma matéria sobre essa questão. Eles foram investigar se a British Telecom, a maior operadora do país, está preparada por os aumentos de acesso a partir de casa. A BT afirmou num comunicado que está, sim. Mas quem andou penando com as falhas do Speedy em São Paulo, pode não ter tanta certeza…

A matéria da BBC levanta outra questão, que seria ainda mais crítica que a das operadoras: como as próprias empresas vão dar conta do aumento de acesso remoto dos funcionários a seus sistemas? Os picos que são mais comuns à noite ou em horários em que as pessoas estão fora do escritório poderiam se repetir várias vezes por dia.

De fato, dependendo da forma como a gripe suína continue a se expandir, os sistemas podem ficar sobrecarregados. Ainda é cedo para tanto alarde por aqui, mas não custa nada ficar de olho.

Celular com lava lamps

Surgiu mais uma tática para chamar a atenção daquele amigo (ou até, quem sabe, de você mesmo) que nunca ouve o celular tocando: apelar para as lava lamps.

Os badalados abajures, que produzem efeitos coloridos e se espalharam por escritórios de empresas de tecnologia como o Google, ganharam uma versão em miniatura para ser usada nos celulares. A idéia é da inglesa Mathmos, que é especializada em lava lamps.

Os acessórios se comunicam com o celular por rádiofreqüência e começam a piscar quando o aparelho toca. Segundo o fabricante, funcionam a uma distância de até 10 centímetros do telefone. As lava lamps para celular estão disponíveis nas cores azul e vermelha. Há ainda um modelo em formato de lâmpada azul e branca. Os dispositivos são vendidos na loja online da Mathmos por 6 libras cada.