Um dos grandes baratos da segunda versão da Campus Party, em São Paulo, é ver de perto o encontro de diferentes tribos, dividindo não só o mesmo espaço físico como a mesma conexão de internet. Estudantes, veteranos da área de TI, blogueiros, empreendedores (e, que bom, investidores também!), os adeptos do Python e a turma do software livre circulam e trocam idéias pelo amplo espaço do Centro de Exposições Imigrantes.
Mas falta um convidado ilustre por lá: uma conexão Wi-Fi para aproveitar a banda livre, sem fios. A galera que anda pelo Campus Party com notebooks e smartphones faz a maior ginástica procurando uma rede sem fio aberta. E nada de sinal.
As antenas até captam algumas redes, principalmente dos patrocinadores, mas com acesso fechado. O jeito é apelar para o velho cabo, que dominou o cenário. Ou então para o modem 3G, como fazem alguns dos visitantes mais prevenidos.